PROGRAMA ARQUIPÉLAGO DE 

SÃO PEDRO E SÃO PAULO

 

 

 

                          

  
PROARQUIPELAGO
 

Unidade Responsável:

Marinha do Brasil, por meio da SECIRM

 

Objetivo:  

 

     Manter um programa contínuo e sistemático que visem à exploração, ao aproveitamento, à conservação e à gestão dos recursos naturais existentes no arquipélago e no seu entorno.

 

Obs.: Não são autorizadas expedições radioamadorísticas ao ASPSP, pois não atendem os objetivos do PROARQUIPELAGO.

 

Responsável na SECIRM:

Gerente do PROARQUIPELAGO
CC (T) Marco Antonio CARVALHO de Souza
Tel.: 61 3429-1320
e-mail: carvalho@secirm.mar.mil.br

 

    
   
ANTECEDENTES

 

     

             

        O Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) é formado por um conjunto de ilhas rochosas localizadas a cerca de 1.000 Km do litoral do Rio Grande do Norte, cuja área total emersa é de aproximadamente 17.000 m2 . As baixas altitudes e pequenas dimensões tornaram o local um ponto crítico para a navegação, pois as ilhas são de difícil detecção a olho nu, principalmente em condições adversas de luz e de tempo, o que veio a provocar alguns naufrágios ao longo da história. O primeiro e mais famoso deles foi o que deu origem ao descobrimento do Arquipélago, ocorrido com a nau portuguesa São Pedro, em 1511, comandada pelo Capitão Manuel de Castro Alcoforado, que se desgarrou da armada que partiu de Portugal em 20 de abril de 1511, a qual se dirigia às Índias, e veio a se chocar com os rochedos. O socorro à referida nau  teria sido realizado por outra da mesma frota, chamada “São Paulo”. Daí a origem do nome “São Pedro e São Paulo”. O primeiro registro daquela remota região em mapa data de 1529 e sua posse pelo Brasil jamais foi contestada.

       A primeira Estação Científica construída no ASPSP foi inaugurada em 25 de junho de 1998, a partir do que o local permanece permanentemente habitado.

  

   
LOCALIZAÇÃO E CLIMA

 

     

             

       O Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) consiste em um conjunto de ilhas rochosas situadas no hemisfério Norte, sobre a Dorsal Meso Atlântica (00º 55,01’ N e 029º 20,76’ W, a cerca de 1.100 Km da cidade de Natal - RN e 520 Km do Arquipélago de Fernando de Noronha – PE). É o ponto do Brasil mais próximo da África, distando aproximadamente 1820 Kim de Guiné Bissau. Trata-se de um remoto grupo de ilhas, próximo à linha do Equador, que ocupa uma área emersa de cerca de 17.000 m2 , cuja elevação máxima é de 18 m acima do nível do mar.

As seguintes características são observadas no local:

-   Clima quente e úmido;

-   Solo rochoso (rochas pontiagudas e escuras);

-   Ausência de praias;

-   Ausência de vegetação de médio/grande porte;

-   Relativa violência do mar no entorno;

-   Grande possibilidade de ocorrência de abalos sísmicos; e

-   Biodiversidade rica.

  

   
O ARQUIPÉLAGO DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO É UM BEM FEDERAL

 

     

                     

Distante cerca de 1100 km do litoral do Rio Grande do Norte, o Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) é o único conjunto de ilhas oceânicas brasileiras acima da linha do Equador, sendo composto por pequenas ilhas rochosas formadas a partir da evolução geológica associada à falha tectônica de São Paulo. Trata-se de um afloramento do manto oceânico que se eleva de profundidades abissais, em torno de 4.000 metros , apresentando uma área total emersa de 17.000 metros quadrados.

Apesar de sustentar um caráter extremamente inóspito, o ASPSP possui características únicas que propiciam ao País oportunidades ímpares nos campos econômico, científico e estratégico.

- Interesse econômico – O ASPSP está situado na rota migratória de peixes com altíssimo valor comercial, revelando-se uma região bastante promissora para a atividade pesqueira nacional.

- Interesse científico – O ASPSP sempre despertou elevado interesse científico. Trata-se de um caso raríssimo de formação de ilhas, cercadas de rica biodiversidade, que proporciona condições únicas para a realização de pesquisas em diversos ramos da ciência.

- Interesse estratégico – A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos do Mar (CNUDM), assinada pelo Brasil em 1982 e posteriormente ratificada em dezembro de 1988, mudou a ordem jurídica internacional relativa aos espaços marítimos, instituindo o direito dos Estados costeiros de explorar e aproveitar os recursos naturais da coluna d’água, do solo e subsolo dos oceanos, presentes na sua Zona Econômica Exclusiva. No entanto, em relação ao “Regime de Ilhas”, o artigo 121 da Convenção, em seu parágrafo 3º, afirma que: “os rochedos que por si próprios não se prestam à habitação humana ou à vida econômica não devem ter Zona Econômica Exclusiva (ZEE) nem Plataforma Continental”. Garantindo, portanto, a habitabilidade contínua daquela remota região, propicia-se ao País acrescentar a impressionante área de 450.000 km2 à sua ZEE original, o que equivale a aproximadamente 13% de toda a ZEE brasileira ou 6% do território nacional.

 

       Em 2004, a Marinha, por meio do Ofício nº 902/2004/Com3ºDN, solicitou à Gerência Regional do Patrimônio da União no Rio Grande do Norte (GRPU/RN) as providências necessárias à regularização junto à Secretaria do Patrimônio da União (SPU), visando à transferência de jurisdição do ASPSP para a Marinha do Brasil, mediante o respectivo Termo de Entrega. O referido Termo veio a ser efetivamente assinado em 2006, pelo Almirante de Esquadra Roberto de Guimarães Carvalho, então Comandante da Marinha, e a Srª Yêda Cunha de Medeiros Pereira, então Gerente Regional do Patrimônio da União no Rio Grande do Norte.

 

  

   
PROGRAMA ARQUIPÉLAGO DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO (PROARQUIPELAGO)

 

     

           

           Em 11 de junho de 1996, pela resolução nº 001/96/CIRM, o Comandante da Marinha, Coordenador da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), aprovou o Programa Arquipélago de São Pedro e São Paulo (PROARQUIPELAGO) e criou o Grupo de Trabalho Permanente para Ocupação e Pesquisa no Arquipélago de São Pedro e São Paulo (GT Arquipélago), no qual participaram representantes da Secretaria da CIRM (SECIRM), da Marinha do Brasil, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério da Educação, do Ministério das Minas e Energia, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Ministério do Meio Ambiente e do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

 

       Compete ao PROARQUIPELAGO conduzir um programa contínuo e sistemático de pesquisas científicas na região, nas seguintes áreas: geologia e geofísica, biologia, recursos pesqueiros, oceanografia, meteorologia e sismografia.

    

   
OBJETIVO

 

     

     

       O principal objetivo do PROARQUIPELAGO é garantir a habitabilidade permanente da remota região do ASPSP, o que propicia ao país o estabelecimento de uma Zona Econômica Exclusiva ao País de 450.000 Km2. Como a região incorpora elevado potencial para realização de pesquisas nos mais variados ramos da ciência, a habitação contínua é facultada a pesquisadores vinculados a projetos científicos previamente selecionados.

   

   
METAS

 

     

 

        . Ampliar para 60 o número de projetos de pesquisa em desenvolvimento no escopo do PROARQUIPÉLAGO;

 

        . Manter a Estação Científica do ASPSP ocupada durante 365 dias por ano; e 

 

        . Criar um Projeto Piloto de Gestão Ambiental no âmbito do PROARQUIPÉLAGO.

  

   
INDICADORES

 

     

           A identificação e a aferição dos aspectos relacionados ao PROARQUIPELAGO, feitas periodicamente, obedecerão o seguinte: 

  

AFERIÇÃO UNIDADE DE MEDIDA REFERÊNCIA
DATA ÍNDICE
Número de projetos de pesquisa em desenvolvimento no âmbito do PROARQUIPÉLAGO.

Fonte: MCTI. 

UN

2011

20
Taxa anual de ocupação do ASPSP.  
Fonte: MB. 
% 2011 100
Taxa de implementação do Projeto Piloto de Gestão Ambiental no escopo do PROARQUIPÉLAGO.

Fonte: MB.

% 2011 0
 

   
ORGANIZAÇÃO

 

     

       Pela Resolução nº 001/98/CIRM, de 25 de agosto, foi criado o Comitê Executivo para o Programa Arquipélago, com seus Sub-comitês Científico/Ambiental e Logístico/Manutenção.

 

       O Comitê Executivo para o Programa Arquipélago é coordenado pela SECIRM e participam dele os seguintes representantes:

 

   - Ministério das Relações Exteriores (MRE);

   - Ministério da Educação (MEC);

   - Ministério de Minas e Energia (MME);

   - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI);

   - Ministério do Meio Ambiente (MMA);

   - Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA);

   - Marinha do Brasil;

   - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); e

   - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). 

 

       O Comitê Executivo tem competência para operacionalizar e manter a Estação Científica e conduzir um Programa contínuo e sistemático de pesquisas no Arquipélago de São Pedro e São Paulo.

 

       O Sub-comitê Científico/Ambiental (SCA) é coordenado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e participam dele os seguintes representantes:

 

- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA);
- Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM);
- Coordenador Científico, a ser escolhido entre os coordenadores de projetos apoiados pelo CNPq;
- Coordenador Técnico Operacional, a ser escolhido entre os coordenadores de projetos apoiados pelo CNPq;
- Ministério de Minas e Energia (MME); e
- Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

 

        Ao SCA cabem as seguintes atribuições:

 

- Avaliar e aprovar, do ponto de vista científico/ambiental, os projetos apresentados para serem desenvolvidos no Arquipélago;
- No caso dos projetos apoiados pelo CNPq, ratificar, do ponto de vista científico/ambiental, aqueles recomendados pelo Comitê Temático e aprovados pela Diretoria do órgão;
- Organizar “workshops” e seminários científicos/ambientais;
- Divulgar no aspecto científico/ambiental o Programa Arquipélago; e
- Analisar e tomar providências relacionadas ao desenvolvimento dos projetos, nos seus aspectos científicos/ambientais, incluindo o cumprimento das regras de comportamento dos pesquisadores.

     Como competência específica dos membros componentes do SCA, podemos relacionar:

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq):
· Coordenar a parte científica do programa.

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA):
· Analisar e aprovar o mérito ambiental dos projetos.

Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM):
· Assessorar quanto aos aspectos logísticos necessários à execução dos projetos científicos;
· Relatar o parecer do Sub-comitê Logístico/Manutenção quanto a possibilidade de implementação do projeto científico;
· Relatar ao SCA os casos de descumprimento das regras de comportamento por parte dos pesquisadores; e
· Relatar ao SCA as ocorrências nas atividades logísticas inerentes ao Programa.

Coordenador Científico:
· Relacionar-se com os coordenadores de projetos e pesquisadores;
· Informar a necessidade de Treinamento Pré-Arquipélago à SECIRM;
· Indicar os pesquisadores para o Treinamento Pré-Arquipélago à SECIRM; e
· Coordenar a formação das equipes para as Expedições Científicas, mantendo a SECIRM informada.

Coordenador Técnico Operacional:
· Relacionar-se com os coordenadores de projetos e pesquisadores;
· Autorizar o empréstimo e coordenar a manutenção de equipamentos para apoio às expedições científicas; e
· Coordenar as atividades de mergulho autônomo no ASPSP.

 

        O Sub-comitê Logístico/Manutenção é coordenado pela SECIRM e participam dele os seguintes  representantes:

 

   - Ministério de Minas e Energia;

   - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação;

   - Marinha do Brasil (Estado-Maior da Armada, Comando do 3º Distrito Naval e Base Naval de Natal);

   - IBAMA;

   - UFRN; e

   - UFES. 

 

        Ao Sub-comitê Logístico/Manutenção cabem as seguintes atribuições:     

 

Efetuar a manutenção preventiva e corretiva da Estação Científica;

- Fretar as embarcações de apoio à pesquisa;

    - Providenciar o transporte dos pesquisadores até o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, através do barco de apoio, tendo como local de embarque a cidade de Natal ou o Arquipélago de Fernando de Noronha;

- Adquirir gêneros alimentícios e combustíveis para Estação Científica;

- Organizar o Treinamento Pré-Arquipélago; e

- Providenciar os exames de saúde dos pesquisadores.

    

   
COMO PARTICIPAR DO PROGRAMA

 

     

 

A cada três anos, em média, o CNPq publica um Edital com vistas a selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico do País, no âmbito do Programa Arquipélago de São Pedro e São Paulo. As propostas devem observar as condições específicas estabelecidas no Edital, que determina os requisitos relativos ao proponente, cronograma, recursos financeiros a serem aplicados nas propostas aprovadas, origem dos recursos, itens financiáveis, prazo de execução dos projetos, critérios de elegibilidade e demais informações necessárias. As seguintes áreas do conhecimento são, geralmente, abrangidas pelo Edital: geomorfologia, geoquímica, geofísica, petrologia, estrutura e geotectônica; circulação oceânica, interação oceano-atmosfera e clima e processos de enriquecimento local; dinâmica e contaminação da cadeia trófica; ecologia, comportamento e biodiversidade; recursos pesqueiros; impacto de ações antrópicas e recuperação de áreas degradadas.

 

Há, ainda, a possibilidade dos interessados apresentarem propostas de projetos diretamente à SECIRM, em qualquer época. Nesse caso, o projeto será submetido à avaliação quanto ao mérito científico e ambiental no âmbito do PROARQUIPELAGO e, sendo aprovado, não receberá qualquer tipo de apoio financeiro. Cabe ressaltar, também, que a formatação das propostas deve seguir os padrões estabelecidos pelo CNPq. As seguintes informações são obrigatórias:

 

-   Identificação do proponente e demais participantes do projeto;

-   Identificação da proposta

-   Qualificação do principal problema a ser abordado;

-   Objetivos e metas a serem alcançados;

-   Metodologia a ser empregada;

-   Principais contribuições científicas ou tecnológicas da proposta;

-   Cronograma;

-   Grau de interesse e comprometimento de empresas com o escopo da proposta, se for o caso; e

-   Indicação de colaboradores ou parcerias já estabelecidas com outros centros de pesquisa.

 

Após a aprovação do projeto de pesquisa, será necessária a habilitação dos pesquisadores para integrar as expedições científicas para o ASPSP. Dessa forma, todos realizarão exames de saúde e treinamento especializado na Base Naval de Natal, em datas previamente divulgadas pela SECIRM. O treinamento constará de aulas práticas e teóricas com noções de: combate a incêndio; sobrevivência no mar; primeiros socorros; comunicações; operação e manutenção de bote inflável, além de palestras sobre Manutenção e Conservação da Estação Científica, a Vida na Estação Científica, Atividades de Mergulho, Procedimentos de Emergência, Socorro e Salvamento da Vida Humana no Mar e Comportamento Sócio-Espacial Humano.

    

   
ESTAÇÃO CIENTÍFICA

 

     

        A Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo foi inaugurada em 25 de junho de 1998. Apesar de ter se mostrado adequada às intempéries da região, com o passar dos anos, o local onde a mesma foi implantada revelou-se vulnerável ao impacto frequente de fortes ondas. Tal fato justificou a construção de uma nova estação, a fim de garantir a permanência dos pesquisadores na área de forma ainda mais segura e confortável.

 

        

        Nesse sentido, foi aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) um financiamento para a construção de uma nova Estação Científica. Em função das necessidades de projeto e a fim de atender condicionantes logísticos e financeiros, a instalação dessa nova Estação foi realizada em três etapas distintas:

 

- Construção das sapatas em concreto: realizada no período de 24 a 27 de julho de 2007;

- Montagem da casa: realizada no período de 26 de outubro a 05 de novembro de 2007; e

- Instalação dos equipamentos elétricos e hidráulicos: 14 a 25 de junho de 2008.

 

        O projeto de construção foi coordenado pela SECIRM e levou cerca de dois anos para ser efetivamente concretizado. As consecutivas avaliações da primeira Estação permitiram o delineamento das diretrizes que nortearam os trabalhos, de forma que as soluções adotadas com sucesso no projeto inicial foram repetidas e, aquelas que não tiveram o comportamento esperado ou que foram submetidas a situações não previstas, foram substituídas ou aprimoradas. As etapas da construção envolveram diversas Organizações Militares da Marinha e Instituições de pesquisas:

 

- Comando do 3º Distrito Naval;

- Base Natal de Natal;

- Rebocador de Alto Mar Alte. Guilhem;

- Navio Patrulha Grajaú;

- Navio Patrulha Guaíba;

- Laboratório de Planejamento e Projetos da UFES;

- Laboratório de Produtos Florestais do IBAMA;

- Eletrobras Cepel - Centro de Pesquisas de Energia Elétrica; e

- EMBRATEL.

 

        Compõem a nova Estação Científica: um alojamento para 4 pessoas; sala de estar;

laboratório; cozinha; banheiro; varanda; área para armazenamento de água potável; e uma edificação de apoio para o gerador de emergência e as baterias do sistema fotovoltaico. O local conta ainda, com um paiol de combustível; um píer para pequenas embarcações; e uma passarela ligando o píer à edificação principal.

 

        A Estação Científica é ocupada por quatro pesquisadores civis que são substituídos a cada 15 dias. Embarcações fretadas pela SECIRM fazem o transporte desses pesquisadores e, para a segurança dos mesmos, permanecem nas imediações do Arquipélago em tempo integral. A Estação possui equipamentos de comunicações via satélite (Iridium), rádio (VHF e HF), internet e telefone público. Quadrimestralmente, são realizadas expedições ao Arquipélago com apoio de navios subordinados ao Comando do 3º Distrito Naval, visando efetuar a manutenção preventiva e corretiva nas edificações e equipamentos elétricos e eletrônicos.

   
NORMAS E PERFIS DE MERGULHO

 

     

Normas

 

Perfil

 

   
WORKSHOP CIENTÍFICO