Atividades do Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais
Curso de Salto Livre da Marinha do Brasil 2009
A Marinha do Brasil realizou, no período de 7 a 21 de fevereiro, na cidade de Corumbá (MS), o Curso Expedito de Salto Livre da Marinha do Brasil – 2009, que tem por finalidade suplementar a qualificação pára-quedista de militares do Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais (BtlOpEspFuzNav), possuidores do Curso de Comandos Anfíbios. Além de formar novos militares saltadores livres, o curso contou com um treinamento de salto duplo TANDEM, que possibilta lançar, por pára-quedas, um militar ou civil especialista em determinada área do conhecimento humano, que não seja pára-quedista. |
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Salto duplo TANDEM |
BtlOpEspFuzNavO BtlOpEspFuzNav - Batalhão Tonelero, é uma Organização Militar de Fuzileiros Navais, localizada no Complexo Naval Guandu do Sapê, na cidade do Rio de Janeiro. Desde 9 de setembro de 1971, quando o BtlOpEspFuzNav foi criado, até os dias atuais, são mais de 30 anos cumprindo qualquer tarefa, em qualquer tipo de terreno, sob quaisquer condições de tempo, onde e quando não for possível, exequível ou aceitável o emprego de tropas convencionais. O BtlOpEspFuzNav está estruturalmente organizado para cumprir qualquer missão de interesse da Marinha do Brasil, dentro do contexto de Operações Especiais, destacando-se as seguintes atividades: - Infiltração pelo ar, por pára-quedas em salto livre, armado e equipado, diurno ou noturno, a mais de 20.000 pés de altura ou por helitransporte, empregando as técnicas do Rappel, Fast-Rope ou Penca; - Infiltração por água, empregando submarino ou navio de superfície, com mergulhadores ou embarcações pneumáticas; - Infiltração por terra, em florestas, pântanos, montanhas e selva; - Operações Especiais nas calhas dos rios Amazonas e Paraguai; - Operações de contra-guerrilha, ribeirinhas e anfíbias (pantanal, selva, caatinga, regiões montanhosas, áreas urbanas e rurais, clima frio ou temperado); - Patrulhas, demolições, resgates e reconhecimentos em objetivos profundos, na retaguarda do inimigo ou em cabeças-de-praias; - Emprego de Comandos Anfíbios, pára-quedistas, mergulhadores e guias de cordada, em terreno de difícil acesso; e - Reconhecimento anfíbio e terrestre. |