HISTÓRICO 1500-1822 . 1823-1914 . 1915-1945 . 1946-1982 . [1983-2002] . 2003-2007 | |
O início do ano de 1983 é caracterizado por
fato auspicioso. No dia 5 de janeiro, o Navio de Apoio Oceanográfico “Barão de Teffé” fundeia nas proximidades
da Ilha do Rei George, no Arquipélago das Shetland do Sul.
Ocorre o desembarque e a Bandeira Brasileira é hasteada,
pela primeira vez, no continente antártico. A 28 de fevereiro,
o navio retorna ao porto do Rio de Janeiro. É levada a termo
a primeira expedição científica brasileira à Antártica.
Outro acontecimento histórico importante, relacionado à DHN, tem lugar no ano de 1983. Na data de seu aniversário, 2 de fevereiro, é realizada a transferência da Diretoria, da Ilha Fiscal para a Ponta da Armação, em Niterói. Preside a cerimônia de inauguração das novas instalações da DHN o Ministro da Marinha, Almirante-de- Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca. |
![]() Sêlo comemorativoda Primeira Expedição Brasileira à Antártica |
Ilha Fiscal
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Ainda em
1983, em 6 de dezembro, é incorporado ao Serviço da
Armada o Navio Balizador “Tenente Castelo”. Ocorrem novas incorporações à Marinha, de Navios Balizadores: o “Comandante Manhães”, em 15 de agosto de 1984 e o “Tenente Boanerges”, em 10 de abril de 1985, que integram-se às atividades de manutenção e apoio à Sinalização Náutica. E são criados, em outubro de 1985, também com a finalidade de apoio à Sinalização Náutica, os Serviços de Sinalização Náutica da Barra Norte do Rio Amazonas e do Nordeste, com sedes, respectivamente, nas cidades de Santana (Amapá) e São Luís (Maranhão).
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São realizadas, nos anos de 1984 e 1985, pelo “Barão de Teffé”, as operações Antártica II e Antártica III.
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Em 4 de novembro de 1985, é extinta a
Comissão de Levantamentos do Rio Paraguai (COLEPA).
No ano de 1986, são efetivadas as seguintes
transferências de subordinação de Navios Balizadores para
os Serviços de Sinalização Náutica: NB “Faroleiro
Nascimento” para o Serviço de Sinalização Náutica do
Leste (SSN-2); NB “Comandante Manhães” para o Serviço
de Sinalização Náutica do Nordeste (SSN-3), com sede em
Recife; NB “Faroleiro Arêas” para o Serviço de Sinalização
Náutica do Norte (SSN-4);NB“Faroleiro Mário Seixas” para
o Serviço de Sinalização Náutica do Sul (SSN-5), com sede
em Paranaguá;NB “Comandante Varella” para o Serviço de
Sinalização Náutica do Sul (SSN-5), com sede em Rio
Grande; e do AvHi “Caravelas” para o Serviço de
Sinalização Náutica do Oeste (SSN-6). | |
![]() NOc "Almirante Álvaro Alberto" | ![]() NOc "Antares" |
Em 25 de novembro do mesmo ano, é transferida a subordinação do Navio Hidrográfico “Argus” e dos Avisos Hidrográficos“Itacurussá”, “Nogueira da Gama”, “Paraibano” e “Rio Branco” para o Serviço de Sinalização Náutica do Norte (SSN-4). Em janeiro de 1989, é desativada a Comissão de Levantamentos da Amazônia (COLAM). Em março de 1989, é executado, pelo Navio Hidrográfico “Sirius”, na Barra Norte do Rio Amazonas, o primeiro Levantamento Hidrográfico posicionado pelo Sistema GPS. São concluídas, na Antártica, pelo Navio de Apoio Oceanográfico “ Barão de Teffé”, as primeiras observações com o marégrafo de pressão de registro digital. Os dados, posteriormente processados pela DHN, são utilizados na redução da sondagem de atualização na Baía do Almirantado. Ainda nesse mesmo ano, é publicada a 1ª edição da carta 201 – Barra Norte do Rio Amazonas, tornando-se, esta, a primeira carta totalmente construída pelo Sistema de Cartografia Apoiada por Computador. Em 1989, é publicada uma atualização de um trecho da carta náutica 4107 A – Rio Solimões – De Manaus à Ilha de Marrecão, cujos detalhes topográficos, pela primeira vez, são atualizados a partir do processamento de uma imagem digital do sensor“Thematic Mapper” do Satélite Landsat. Após 56 anos e 23 dias de serviço, é realizada, em 6 de agosto de 1990, a Mostra de Desarmamento do Navio Oceanográfico “Almirante Saldanha”, histórico navio que prestou relevantes serviços à Marinha e à Hidrografia. Nesse mesmo ano, é criada, pela Portaria nº 005/90, a Superintendência de Navios, na Ilha Fiscal. Em 18 de janeiro de 1991, são realizadas, na Base Naval de Val-de-Cães, as Mostras de Desarmamento dos Avisos Hidrográficos “Nogueira da Gama” e “Itacurussá”; e, na Base Fluvial de Ladário, a Mostra de Desarmamento do Aviso Hidrográfico “Caravelas”. Em abril do mesmo ano, são realizadas, no molhe da Ilha Fiscal, as Mostras de Desarmamento do Aviso Hidrográfico “Camocim” e do Aviso de Pesquisa Oceanográfico“Suboficial Oliveira”; em julho, na Estação Naval do Rio Negro, ocorrem as Mostras de Desarmamento dos Avisos Hidrográficos “Paraibano” e “Rio Branco”. Ainda em 1991, são adquiridos pela DHN Sistemas Automáticos de Aquisição de Dados, a serem instalados nos Navios Hidrográficos “Sirius”, “Orion” e “Taurus”. Também, é adquirido o equipamento TIGRIS, capaz de realizar processamento de imagens digitais obtidas por sensoriamento remoto. Tais aquisições tornam a colocar a DHN no patamar dos mais avançados Serviços Hidrográficos. Em 19 de fevereiro de 1992, é transferida a subordinação do Navio Faroleiro “Almirante Graça Aranha” e dos Navios Balizadores “Mestre João dos Santos” e “Castelhanos”, do CAMR para a DHN. No 1º semestre do mesmo ano, o Navio Oceanográfico “Antares” realiza, pela primeira vez, com sucesso, medições de marés e correntes num período contínuo de trinta dias, por meio de equipamentos fundeados a uma profundidade de 60 metros, a cerca de 30 milhas da costa no litoral próximo à Ilha Grande. Também, nesse mesmo período, a DHN cria o PROCEN (Projeto da Carta Eletrônica de Navegação), cujo propósito é o desenvolvimento das especificações para a produção da Carta Eletrônica de Navegação, no Brasil. No final de 1992, é recebido o novo sistema de computação do BNDO, baseado em um computador VAX 6510, composto por uma configuração de “hardware” e “software” que permitirá a implementação da filosofia de banco de dados relacional. Em 25 de março de 1993, é dada baixa do Serviço Ativo da Armada no Navio Oceanográfico “Almirante Álvaro Alberto”. Em 16 de dezembro de 1992, durante a Operação LEPLAC XI, o navio sofreu incêndio a 25 milhas da Ponta de Itapoã, na Lagoa dos Patos. Apesar dos esforços da tripulação do navio e de outras embarcações que vieram em seu socorro, o “Álvaro Alberto” veio a soçobrar às 1530 daquele mesmo dia. Em 13 de dezembro de 1993, é implantada a Biblioteca Central da DHN, fisicamente instalada no Departamento do BNDO, Ponta da Armação. Com um acervo bibliográfico que incorpora aproximadamente 10.000 volumes, constitui efetiva contribuição para o desenvolvimento científico-tecnológico das ciências do mar no País. | |
Em 19 de abril de 1994, é incorporado ao Serviço da Armada, o Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel”. Em 23 de maio, o Navio de Apoio Oceanográfico “Barão de Teffé” é designado Navio Faroleiro.
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Em 31 de janeiro de 1995, na Base Naval de
Portsmouth, Inglaterra, é realizada a Mostra de Armamento
dos Navios Balizadores “Amorim do Valle” (H-35), “Jorge
Leite” (H-36) e “Garnier Sampaio” (H-37), ocasião em que
foram incorporados à Marinha do Brasil.
No mesmo ano, o Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel” realiza sua primeira viagem à Antártica, ostentando a bandeira brasileira, com pleno sucesso; e é reconstruído o farol do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, importante marco de nossa soberania. Em 19 de julho de 1995, em substituição ao I Plano Cartográfico, que havia sido concluído em 1975, é aprovado o II Plano Cartográfico Náutico Brasileiro (II PCNB), que visa a adequar as cartas brasileiras de média e grandes escalas às especificações internacionais das cartas náuticas produzidas pelos Serviços Hidrográficos. | Praça D´Armas do Ex-NOc "Almirante Saldanha" |
De acordo com esse Plano, que tem previsão de término
em 2010, a DHN construirá 8 novas cartas na escala 1:1.000.000, que substituirão as atuais cartas 40 a 90; e 26
cartas na escala de 1:300.000, que substituirão as atuais
cartas da série 100 (100 a 2200).
Em 28 de novembro de 1995, o Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM) deixa de subordinar-se à DHN e passa a integrar a cadeia de comando do Diretor-Geral de Navegação. Inicia-se, ainda em 1995, o projeto de cobrir toda a costa brasileira com estações de referências da rede DGPS em rádio-faróis, encerrado em 22 de maio de 1998, com a montagem da última estação, na Ilha Rasa. Inicia-se, também, a participação da Marinha, por meio da DHN e da SECIRM, no Programa de Levantamento do Potencial Sustentável dos Recursos Vivos da Zona Econômica Exclusiva (REVIZEE), já tendo sido iniciada, pelo Navio Oceanográfico “Antares”, a coleta de dados da nossa costa. | |
NHo "Taurus" | Em 26 de fevereiro de 1996, é realizada a Mostra de Desarmamento do Navio Hidrográfico “Taurus” e, em 7 de maio, o Navio Balizador “Jorge Leite” é redesignado como Navio Hidroceanográfico “Taurus”. Em 31 de outubro do mesmo ano, em substituição à Superintendência de Navios, é ativado o Grupamento de Navios Hidroceanográficos (GNHo), criado pela Portaria Ministerial nº 0323, de 2 de setembro de 1996. |
Em 7 de janeiro de 1997, é realizada a Mostra de Desarmamento do Navio Hidrográfico “Canopus”. Nos seus quase 39 anos de serviço, fez 3342 dias de mar e navegou 658.207, 21 milhas. No período de 24 março a 5 de julho de 1997, é realizado, pelo Navio Hidrográfico “Sirius”, o levantamento hidrográfico de aproximação ao Porto de Walvis Bay, por solicitação do Governo da Namíbia. Em setembro, é publicada a 1ª edição da carta 3931 – “Approaches toWalvis Bay”. Pela primeira vez, a DHN produz uma carta náutica para outro país. Ainda em 1997, são transferidas as subordinações do Navio Balizador “Garnier Sampaio” para o SSN-4 e doNavio Balizador “Amorim do Valle” para o SSN-5. Em 21 de janeiro de 1998, é lançada a 1ª bóia de fundeio oceanográfica/meteorológica pertencente ao Programa Piloto PIRATA/BR (00º00',67S e 035º02',85W), em local com profundidade superior a 5000 metros. | |
Em 3 de abril desse mesmo ano, falece, no Rio de Janeiro, o Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca, insigne hidrógrafo e ex-Ministro da Marinha. Em junho de 1998, é concluído o
levantamento hidrográfico do Arquipélago de São Pedro e
São Paulo que proporcionou, em seguida, a montagem de
uma estação científica para atender a um projeto
conduzido pela CIRM, o Projeto Arquipélago. Em julho, é
iniciada a previsão de ondas, apoiada em integração de
modelos numéricos, até agora inédita no País, abrangendo
a METAREA V, com período de validade de até 48 horas. | |
Em novembro, é instalado no Navio Hidroceanográfico “Taurus” o sistema ecobatímetro multifeixe EM 1000, da
SIMRAD, permitindo a sondagem não mais por meio de
uma linha e, sim, de uma faixa do solo submarino. Em 17 de dezembro, é extinto o Centro de Sinalização Náutica e Reparos Almirante Moraes Rego (CAMR) e são criados o Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) e a Base de Hidrografia da Marinha em Niterói (BHMN), subordinados à DHN. No mesmo mês, é concluído, pelo Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel”, o levantamento hidrográfico da área norte da Ilha Elefante, na Antártica, utilizando o sistema OMNISTAR, de posicionamento por satélite. | |
Em fevereiro de 1999, o Grupamento de Navios Hidroceanográficos (GNHo) ocupa suas atuais instalações no Complexo Naval da Ponta da Armação e as Instalações da Ilha Fiscal passam para o Serviço de Documentação da Marinha. Em julho, é concluído o 1º levantamento hidrográfico com a utilização do ecobatímetro multifeixe e o sistema de posicionamento RTK (“Real Time Kinematic” – Cinemática em Tempo Real), equipamento que garante, no terreno, precisão superior a 30cm, para dar origem à nova edição da carta 1205 – Baía de Cabrália e Porto Seguro, carta comemorativa do Descobrimento do Brasil – 500 anos. O ecobatímetro multifeixe passa a ser usado, rotineiramente, para pesquisa de perigos à navegação. Em24 de agosto de 1999, a bordo da lancha“Prático Dino Fernandes”, durante três horas, foi testado com êxito o então mais novo produto da DHN, a primeira Carta Eletrônica de Navegação (CEN) brasileira: a 1824 – Da Barra de Paranaguá a Antonina. Editada pela Diretoria, preenche rigorosamente os requisitos fixados pela Organização Hidrográfica Internacional (OHI), sendo o“estado da arte” em cartografia náutica; às CEN podem ser acoplados radares de navegação, GPS, ecobatímetros e outros equipamentos, constituindo, assim, formidáveis e revolucionários auxílios aos navegantes. | |
Em 27 de dezembro de 1999, são ativados o Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) e a Base de Hidrografia da Marinha em Niterói (BHMN). No final da década de 90, é iniciada a implantação do programa de produção de cartas eletrônicas. A sinalização náutica se expande e assinala novos sistemas de auxílios à navegação. A DHN passa a dispor deumnúcleo de previsão numérica do tempo. Em 12 de janeiro de 2000, o Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel” conclui o levantamento hidrográfico para atualização da carta INT 9150 – Ilha Elefante e proximidades. A partir de 31 de março desse ano, a MB desvincula-se, em caráter definitivo, das tarefas de estabelecimento, manutenção e operação de balizamento dos canais de acesso e das bacias de evolução dos portos brasileiros, transferidos para as diversas Autoridades Portuárias. Em 17 de setembro de 2000, o Navio Faroleiro “Barão de Teffé” realiza, na costa do Rio Grande do Sul, o lançamento da 2ª bóia de fundeio do Programa Nacional de Bóias (PNBOIA). Este é o 1º lançamento de bóias de fundeio, realizado pelo navio.Em novembro, o CHM adquire 4 réguas maregráficas eletrônicas que permitem o envio de leituras de alturas de marés por acesso remoto por linha telefônica; a estação maregráfica da Ilha Fiscal será a primeira a ser equipada com esse novo equipamento. Em dezembro, o Navio Oceanográfico “Antares” termina a comissão REVIZEE NE IV, encerrando, assim, o ciclo de comissões do Programa. | |
Em 10 de outubro de 2000, o Centro de Sinalização Náutica e Reparos Almirante Moraes Rego (CAMR) é reativado. Em 07 de dezembro de 2000, o Navio
Balizador “Amorim do Valle” foi reclassificado como Navio
Hidroceanográfico, passando à subordinação do
Grupamento de Navios Hidroceanográficos (GNHo). Ainda no ano de 2000, o Conselho Técnico da DHN emite parecer sobre o Planejamento Estratégico da Diretoria, com um horizonte de 10 anos. Ainda que represente o acompanhamento do que vem acontecendo no âmbito da Organização Hidrográfica Internacional, engloba, no entanto, todas as diversificadas tarefas hoje cometidas à DHN. Nesse mesmo ano, é instituído o Sistema de Controle de Cobrança da Tarifa de Utilização de Faróis (SISTUF) que, mediante processamento eletrônico, permite, na DHN, acompanhar-se diretamente o trâmite externo dos atos administrativos e documentos contábeis pertinentes. As atividades hidrográficas referentes ao terceiro milênio, já realizadas ou em andamento, foram consideradas como pertencentes ao momento presente da DHN e não integram esta síntese histórica, que traz, em si, marcas de um passado ainda que recente. Há, no entanto, alguns eventos relacionados aos anos de 2001 e 2002 que,por se ligarem de forma duradoura ao futuro da DHN, serão evidenciados. É lançado, em 2001, o livro “Luzes do Novo
Mundo”, divulgando a história dos faróis brasileiros e
contribuindo para um incremento da mentalidade
marítima. É iniciada, nesse mesmo ano, a emissão de
Boletins de Previsão Especial em apoio à aviação de asa
fixa, com validade de 48 horas, contendo informações de
nível de congelamento, vento e temperatura para altitudes
mais elevadas. São instaladas, em 2002, nas estações maregráficas da Ilha Fiscal e da Ponta da Armação, réguas eletrônicas desenvolvidas pela COPPE/UFRJ, dotadas de “Link” para transferência de dados em tempo real. É iniciada, nesse mesmo ano, a obra de construção do Píer da DHN para atracação de seus navios. Ainda em 2002, é obtida, em caráter preliminar, a renovação do currículo do Curso de Aperfeiçoamento em Hidrografia para Oficiais (CAHO) junto à Federação Internacional de Topógrafos (FIG), órgão filiado à Organização Hidrográfica Internacional (OHI), reconhecido como categoria “Alfa”, o que atesta a excelente qualidade do curso ministrado e permite aferir, dentro dos padrões internacionais, a formação acadêmica do Oficial Hidrógrafo, aguardando-se, apenas, a aprovação definitiva e a emissão do competente Certificado. Em 24 de julho de 2002, é realizada a Mostra de Desarmamento do Navio Faroleiro “Barão de Teffé”.
No período de 22 de abril a 14 de maio, durante as comissões ARAEX-VI, AUSTRAL-02 e URUEX-02 realizadas pelo NAe “São Paulo”, é iniciada a transmissão para o mar, por HF “Gateway”, de produtos numéricos desenvolvidos para apoio meteorológico à aviação naval de asa fixa. A 10 de maio é instalada, na Estação Maregráfica da Ilha Fiscal, a 1ª régua eletrônica de marés, desenvolvida pela COPPE/UFRJ, que permite acessar de forma remota, via modem, os dados adquiridos. Em 24 de julho é procedida a Mostra de Desarmamento do Navio Faroleiro “Barão de Teffé”, com o navio atracado na BNRJ, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada. O navio contava, então, com 20 anos de serviço ativo incorporado à MB, tendo navegado 257.615,9 milhas em 2283,5 dias de mar. Em setembro, como parte do Projeto Cartas Temáticas de Fatores Físicos (CTFF) do PLADEPO, é publicada a 1ª versão digital das cartas para o trecho de Natal a Santos. As diversas cartas, que compõem o sistema, estão organizadas mês a mês e apresentam os seguintes parâmetros ambientais: temperatura média da superfície do mar; profundidade de camada; e gradiente térmico da termoclina.
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HISTÓRICO 1500-1822 . 1823-1914 . 1915-1945 . 1946-1982 . [1983-2002] . 2003-2007 | |