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[SINALIZAÇÃO NÁUTICA] Histórico . Firmas Cadastradas . Índice de Eficácia . Faróis . Links . Download |
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O Centro
de Sinalização Náutica Almirante Moraes Rego (CAMR) é o
núcleo atual de uma atividade iniciada no Brasil há quase três séculos com o
acendimento do farol de Santo Antonio, na Bahia, em 1698, primeiro que se tem
notícia no Continente Americano.
O exercício da atividade de
sinalização náutica no Brasil é regionalizado. Assim, nas diferentes regiões
do País, exceto no litoral do estado do Rio de Janeiro (RJ), cabe aos
Serviços de Sinalização Náutica (SSN), diretamente
subordinados aos Distritos Navais com jurisdição sobre essas áreas, e
atuando sob a |
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supervisão técnica do CAMR, estabelecer,
manter e operar os sistemas de sinais de auxílio à navegação de
responsabilidade da Marinha. Fora da sede do CAMR, no Rio de Janeiro, e das sedes
dos SSN, localizadas |
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- 213 faróis (dos quais 30 são guarnecidos); |
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A Marinha ainda orienta a
implantação e a manutenção e fiscaliza a operação dos demais sinais, que se
encontram sob responsabilidade da iniciativa privada, sendo, em sua maioria,
faroletes, balizas e bóias que compõem os canais de acesso a portos e
terminais privados. |
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Todo esse
complexo sistema de auxílios à navegação é distribuído ao longo de
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A
execução desse planejamento vincula-se à necessidade de vultosos recursos,
sendo as verbas destinadas à sinalização náutica provenientes,
essencialmente, do Orçamento da Marinha e da receita resultante da
arrecadação da Tarifa de Utilizações de Faróis (TUF), paga por navios
mercantes estrangeiros. Outro
aspecto de suma importância, relacionado à sinalização náutica, diz respeito
a seus recursos humanos. O pessoal militar dedicado às lides da sinalização
náutica deve possuir vocação específica, integral dedicação ao serviço e
elevado grau de desprendimento. Guarnecer um farol isolado em ilhas
inóspitas, afastado de centros urbanos, distante de comunidades sociais, ou
dar cumprimento a arriscadas tarefas em manutenção de bóias, muitas vezes em
condições de mar extremamente desfavoráveis, requer indivíduos de
características muito especiais. Historicamente,
o elemento fundamental de nossa atividade continua sendo o tradicional
faroleiro que, sozinho ou com sua família, vem atuando através dos séculos
como guardião, ao longo de nosso extenso litoral, da luz que guia os
navegantes. PROJETOS DE SINALIZAÇÃO NÁUTICA Os projetos
listados a seguir são parte integrante do Plano Estratégico da Diretoria de
Hidrografia e Navegação e objetivam fazer com que a sinalização náutica sob
responsabilidade de manutenção da MB alcance os mesmos padrões de qualidade
praticados no exterior. 1) AUTOMAÇÃO DE SINAIS NÁUTICOS
FIXOS Visa dotar os faróis
guarnecidos (Fg) de sistemas híbridos de fontes de energia (solar e/ou eólica) e
de máquinas de rotação eletrônicas
mais eficientes, e aumento da vida útil das lentes tipo BBT.
Inicialmente serão contemplados os faróis localizados em ilhas ao largo ou em
locais de difícil acesso, distantes, portanto, da rede de energia elétrica
comercial. Quais sejam: Macaé, Abrolhos, Ilha da Paz, Arvoredo, Santa Marta,
Mostardas, Albardão, Cabo Frio, Rasa, Castelhanos,
Moela, Ponta do Boi, Ponta do Mel e Calcanhar. 2) MONITORAMENTO REMOTO DE SINAIS
NÁUTICOS 3) MODERNIZAÇÃO DE SINAIS
FLUTUANTES 4) PRESERVAÇÃO DE FARÓIS
HISTÓRICOS
Nesse trabalho
e em outros indispensáveis ao apoio à Sinalização Náutica, estão empenhados
cerca de 600 funcionários militares e civis que, especializados e
constantemente aperfeiçoados em modernas técnicas de Sinalização Náutica,
sustentam a segunda estrofe da canção do Hidrógrafo que diz:
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