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5º JMM - Torcida garante a festa na competição do Pentatlo Naval
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Yasmim Alves
(Colaboradora) |
Os torcedores que compareceram ao CEFAN para acompanhar o terceiro dia de provas dos 5º Jogos Mundiais Militares e o primeiro dia do pentatlo naval não se decepcionaram. Com gritos e palmas, a torcida formada por atletas, parentes e curiosos incentivavam os 66 atletas, homens e mulheres, que competiam na primeira etapa do pentatlo naval: a pista com obstáculos.
Algumas vezes, incapazes de entender as regras do esporte militar, a animada plateia guardava a certeza de que, independente da posição, o importante era torcer e apoiar os atletas que se esforçavam em exercícios como corrupios, arremessos de granadas, caminhadas por cima de cordas e simulação de bicho-preguiça. |
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Jorge Roldão era um dos impressionados torcedores. Acompanhado pelo filho de 6 anos, garantiu os ingressos para todos os dias do evento.
“Estou admirado! É um esporte bem diferente. Queria mostrar para o meu filho. Agora, pelo que vi, não é para qualquer um não”, ressalta o torcedor.
Mas a surpresa do Sr. Roldão é compartilhada mesmo por aqueles que acompanham a pesada rotina dos atletas diariamente, como o ex PQD do exército, Guildon Lessa. Pai da esportista e marinheira Jéssica Lessa não parava de gritar um minuto vendo a filha pendurar-se em cordas e saltar sobre obstáculos. |
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“A emoção é grande, tanto que trouxe a câmera fotográfica, mas na hora da adrenalina não tem uma foto que eu consiga tirar,” confessa o pai ansioso aguardando o resultado da filha, que acabou na terceira colocação.
Também na expectativa de um bom resultado, Lilia Quilelli berrava a cada novo obstáculo vencido pela filha Manuella na pista.
“É muito orgulho! Não tem como não torcer! A minha filha foi a primeira mulher brasileira do pentatlo a conquistar medalha. Isso só ela tem!,” declara a satisfeita mãe.
Depois da corrida intensa, a marinheira Manuella Corrêa vai retribuir o carinho dos pais. E ainda demonstra disposição para reunir-se à torcida da família e gritar pelo namorado, também atleta de pentatlo naval, Vinícius Moraes. |
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“Não tem jeito, todo mundo torce muito. Eu me apaixonei pelo pentatlo. É isso que eu quero fazer. É um mix de velocidade, resistência, explosão. Antes, ninguém acreditava que eu pequeninha podia fazer tudo isso. Hoje, todo mundo torce,”revela a atleta.
E são as palmas da torcida que encerram um dia de esforço e de superação dos atletas, que ainda têm muitos obstáculos pela frente até a merecida medalha de ouro.
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