CGCFN: Como senhor trouxe o Pentatlo Naval para o Brasil?
CA Heitor Alves Barreira Junior: Eu estava na Suécia e observei o esporte. Fiz as minhas observações, anotei dados técnicos, fiz contatos com outros treinadores e atletas. Voltando ao Brasil, eu fui encarregado de montar uma equipe e, no ano seguinte a gente já tinha uma equipe pronta. Foi um trabalho duro, insano, mas em três anos de competição, já voltávamos campeões mundiais. Não mais comigo, eu cheguei a disputar um 3º lugar. E fico muito feliz em ver hoje, dentro dos Jogos Mundiais, essa competição de Pentatlo Naval, com índices técnicos altíssimos. É uma coisa maravilhosa e está me gratificando muito.
Site CGCFN: Como anfitrião, o Brasil tem instalações de primeiro mundo. Como o senhor avalia essa evolução do esporte?
CA Heitor Alves Barreira Junior: Eu fico muito satisfeito. Por exemplo, na prova Pista de Obstáculo, havia uma única raia, corria um único atleta de cada vez. Hoje são três raias, o que traz uma motivação maior na competição. Os três atletas participam juntos. É uma motivação grande essa evolução e ver tantos paises competindo, trazendo um brilho incomum para a modalidade.
Site CGCFN: Como o senhor vê o Brasil sendo cidade-sede dos maiores Jogos Mundiais Militares da história?
CA Heitor Alves Barreira Junior: Eu sinto como a evolução do esporte, em um apoio maior das autoridades. Representando também um crescimento nosso no cenário esportivo e no cenário mundial, o que é muito importante. Nós brasileiros ficamos muito satisfeitos em sediar este jogos.
Site CGCFN: O senhor tem alguma mensagem para passar para estes atletas da nova geração do Pentatlo Naval?
CA Heitor Alves Barreira Junior: Cada um tem que se dedicar da melhor maneira possível, para representar-se bem, representar a sua equipe e representar o Brasil. E que esse entusiasmo, essa motivação, sirva de pano de fundo para as novas modalidades, para as competições que vem por aí em anos vindouros, Jogos Olímpicos, Copa do Mundo de Futebol e outras que virão com certeza. |