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5º JMM - Habilidade Naval foi a quarta prova do Pentatlo Naval

     O terceiro dia de competição testou a “Habilidade Naval” dos atletas participantes. O circuito da prova foi montado nas águas da Baía de Guanabara, o que  proporcionou um  clima  agradável durante a prova.

 
 

           
      O Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante-de-Esquadra (FN) Marco Antonio Corrêa Guimarães prestigiou a competição e esteve presente no CEFAN. O Almirante Guimarães declarou estar satisfeito com a posição do Brasil no quadro de medalhas.

      “Isso prova o acerto da Marinha do Brasil e das outras Forças em terem se preparado adequadamente para sediar estes jogos tão importantes para as Forças Militares, como são os 5° Jogos Mundiais Militares” – enfatizou.

 
 
 

        Mais uma vez, a estrutura de alto nível preparada pelo CEFAN para os 5° Jogos Mundiais Militares ficou visível para atletas, comissões técnicas e público presente. A modernização ocorrida na Organização Militar do Corpo de Fuzileiros Navais deixa a Marinha do Brasil em condições de  preparar atletas de alto rendimento e sediar competições  internacionais. O CEFAN se tornou  um centro de  treinamento  esportivo de  excelência. Para o atleta polonês Mateusz Szurmiej as instalações e a organização da prova também estão de parabéns.

 
 
 

     Na categoria feminina, a norueguesa Caroline Buunk ficou com o primeiro lugar, seguida da brasileira MN Simone Lima e da finlandesa Terhi Pyynthia-Sassi. Com este resultado, a atleta da Marinha do Brasil continua liderando a disputa da categoria individual.


   
   

      “Não tem nada garantido ainda, porque a prova de amanhã tem muitas etapas e não admite erros. Eu fiz uma boa prova hoje, melhorei a minha marca e pretendo amanhã fazer o melhor para continuar na frente” – avaliou a MN Simone.
            No masculino, o brasileiro SG Max Santos venceu a prova, seguido pelo CB (FN-IF) Alex Santana. A diferença entre os dois foi de 25 décimos de segundos. O terceiro lugar ficou com o sueco Marcus Danielsson.
“A prova de Habilidade Naval requer muita força, no final você não regula mais o braço. Mas o que decide é amanhã. O negócio é não errar no Cross Country Anfíbio, e se Deus quiser, o Brasil vai estar lá no pódio” – afirmou o Fuzileiro Naval Alex Santana.


 



Por dentro da “Habilidade Naval”
      Prova complexa composta de duas etapas sucessivas, uma em terra e outra no mar, com percurso total de 270m. As etapas em terra são: retirar do mar uma espia de 10 metros que está com uma extremidade fixada no píer, lançar uma retinida sobre uma barreira de um metro de altura, à distância de 15 metros para o feminino e 22,5 metros para o masculino. Na água, os atletas precisam remar botes de padrão PIONNER 12 em zigue-zague, efetuando tarefas de amarras nas diferentes bóias.

RESULTADOS – HABILIDADE NAVAL                   

PROVA – HABILIDADE NAVAL – FEMININO
Caroline Buunk – NOR – 3:40.10
MN Simone Lima – BRA – 3:42.96
Terhi Pyynthia-Sassi – FIN – 3:44.76

CATEGORIA INDIVIDUAL FEMININA (PARCIAL)
MN Simone Lima – Brasil
Caroline Buunk – Noruega
Edith Blomqvist – Suécia

CATEGORIA EQUIPE FEMININA (PARCIAL)
1º Brasil
2º Noruega
3º Suécia

PROVA – HABILIDADE NAVAL – MASCULINO
Max Santos – BRA – 3.33.23
Alex Santana – BRA – 3.33.48
Marcus Danielsson – SWE – 3.41.20

CATEGORIA INDIVIDUAL MASCULINA (PARCIAL)
Matthias Wesemann – Alemanha
Joerg Porschhoefer – Alemanha
Max Santos – Brasil

CATEGORIA EQUIPE MASCULINA (PARCIAL)
1º Polônia
2º Alemanha
3º Brasil

 

 
 
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