A Banda Sinfônica dos Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro se apresentou na noite de ontem (27) na praça da Bíblia em Teixeira de Freitas. Com uma grande diversidade de instrumentos e um rico repertório musical, como Djavan, Milton Nascimento, Gal Costa, Elton John, Luciano Pavarotti, entre outros, a banda encantou e emocionou a todos com seu conhecimento musical, profissionalismo e experiência.
A apresentação começou as 19h30 e foi até aproximadamente às 22h. Todos os momentos foram lindos, mas os que mais se destacaram foi quando um tenor cantou a música “O Solo Mio” de Luciano Pavarotti e a banca tocou Aquarela do Brasil e Cisne Branco.
A banda está em comemoração aos 202 anos de existência e está fazendo uma turnê pela região Norte e Nordeste durante este ano de 2010. Já em 2011 será a vez da região Sul e Sudeste. Durante esta semana eles estarão em apresentações no estado da Bahia, e hoje estará se apresentando em Salvador.
Foi uma belíssima escolha e iniciativa da Secretaria de Educação e Cultura em parceria com a Prefeitura Municipal de Teixeira de Freitas presentear os teixeirenses com a mais bela musica orquestrada e cantada. A cultura brasileira reflete vários povos que compõem o nosso país, resultando na miscigenação que resulta em várias culturas. Em entrevista a muitos componentes da banda sinfônica, é possível observar o quanto há de diversidade de estados e cidades.
Em 1808 chegavam ao Rio de Janeiro os navios que traziam a família real que fugiam dos mandos e desmandos do Napoleão Bonaparte. As tropas já desembarcaram marchando pelas ruas e dessa atitude originou-se a Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais.
Conforme nos relata o Capitão Eduardo, mestre de cerimônia na apresentação, durante todos esse anos muitas mudanças aconteceram, e isso pudemos constatar durantes as apresentações em todo o País e também no mundo.
Todos os integrantes da banda estão de parabéns pela apresentação, profissionalismo, simpatia, dedicação, comprometimento, atenção e educação que dispensaram a todos os teixeirenses e porque não dizer a todos que prestigiaram e prestigiam o seu belíssimo trabalho pelo mundo afora.
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