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Este Memorial foi concebido como homenagem a todos os Fuzileiros Navais que, desde o nascimento do Corpo de Fuzileiros Navais, em 1808, tombaram em combate na defesa de um Brasil justo, unido, livre e soberano.
A base, de forma circular em granito, sugere uma roda do tempo a orientar-nos rumo a um futuro erigido sobre o exemplo de nossos heróis predecessores. Nela estão identificados, em ordem cronológica, os principais fatos ligados à nacionalidade brasileira, nos quais os Fuzileiros Navais tomaram parte.
Cinco colunas em aço inoxidável escovado sustentam uma cúpula. O material escolhido representa a solidez, ao passo que a sua forma crescente em direção ao firmamento simboliza o contínuo desenvolvimento de nossa Instituição No seu topo, fixados em placas de granito, cinco brasões aludem aos principais períodos da história do Brasil: Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves; 1° Reinado; Regência; 2° Reinado; e República.
A cúpula, em acrílico translúcido na cor azul celeste, retrata o céu da meia-noite de 07 de março de 1808, tal como visto do Rio de Janeiro. De dia, a passagem dos raios solares através da cúpula evoca o amanhecer e as glórias do porvir. |
O estandarte do Corpo de Fuzileiros Navais se encontra içado em um mastro singelo, ao lado da estrutura central tendo como guardiões aqueles que bravamente deram suas vidas em defesa da Nação Brasileira.
Enfim, o passado, o presente e o futuro dos Fuzileiros Navais do Brasil se unem em um Monumento de rara beleza e grande representatividade. |
Projeto de autoria da arquiteta Eliana Ferreira Bermudez, também responsável pelo projeto de reforma do pátio Almirante Maximiano, na Fortaleza de São José da Ilha das Cobras. A carta celeste da meia-noite de 07 de março de 1808, que permitiu o correto posicionamento das estrelas na cúpula, foi elaborada pelo astrônomo Marcomede Rangel Nunes, do Observatório Nacional. |