Ilha da Marambaia

Comentários favoráveis a preservação ambiental na ilha da Marambaia
Fonte: Jornal O Globo

marcia regina lopes  - email

21/05/2007 - 13h 06m

   Gostaria que as ongs ficassem fora desse tipo de negociação. A única ong que vejo fazer algo por alguém é o green peace. A área da restinga é de manguezal, que constitui em berçário de peixes, se é intocado imagina o que o homem e a especulação imobiliária farão? Infelizmente será mais um lugar destruído.Se estão lá desde 1906 qual o problema de permanecer? Porque destruir o que está quieto e tranquilo?

 
Saumir Mello Portugal  - email
21/05/2007 - 12h 52m

   Será que não existe uma fórmula de convivência entre as pessoas que lá estão e as Forças Armadas - principalmente a Marinha de Guerra. Se ficar só por conta dos "Quilombolas" - provavelmente a especulação imobiliária estará presente rapidamente, com toda certeza...Acontecerá o que ococrre em muitos casos de desapropriação de terras, como ocorreu em Mangaratiba no Batatal - donos de terras venderam e agora donos de botecos tomam conta da região com muito som e muita bebida também, uma pena...

 
marcia regina lopes  - email
21/05/2007 - 12h 39m

   A Marambaia é território Brasileiro. E como tal deve ser cuidada por nós. Representada pela Marinha Exercito e Aeronáutica. Forças representativas de nosso pais. Está muito bem entregue. E digo mais quando lá estive fiquei apavorada com a praia que segue chama de Pedra de guaratiba. Carros com porta-malas abertos com o som ligado ao mais alto volume. O garçon que nos atendeu disse que volta e meio sai tiro. Ou seja o lugar lá já fervilha, imagina se ficar a merce de pessoas ávidas por dinheiro.

 
Fernando Cesar de Castro Monteiro  - email
21/05/2007 - 11h 17m

   Os tais quilombolas - será que são mesmo? - devem estar agindo como "testas de ferro" de algum grupo econômico.
   A saída da Marinha acabará levando ao loteamento inescrupulo (criminoso é mais correto) da restinga.
   Deveriam transformar a área em um parque nacional e tirar todos de lá (a Marinha seria a última a sair).
   Se for assim vamos voltar para Portugal e deixar o Brasil para os índios, verdadeiros donos de todas as terras - antes mesmos dos "quilombolas". Deviam investigar essa ONG...

 
Luiz Renato Santo  - email
21/05/2007 - 10h 17m

   Fato que isso vai ocorrer ... se essas terras forem entregues será questão de meses para que os especuladores, redes de hotéis e resorts ofereça a povo povo meia duzia de cachaça em troca dessas terras.
   É uma questão de preservação e soberania !!

 
Carmem Pinheiro da Silva
21/05/2007 - 10h 07m

   Esse país é ridículo. Essa discussão nem deveria existir. A Marinha do Brasil é o único orgão que efetivamente defende e preserva nossas riquezas ecológicas, haja vista abrolhos, ilha da Trindade e Atol das Rocas, só para citar os mais conhecidos.
   A Marambaia é área de preservação e assim deve permanecer, remova-se e indenize-se os moradores, e fim de papo.

 
GUSTAVO PORTSCHER COMES  - email
21/05/2007 - 08h 33m

   Daqui a alguns anos leremos nos anúncios dos principais jornais. "Venha ver o mais novo lançamento da Cyrela , em plena marambaia, no meio da natureza , 3 ou 4 quartos ....

 
Pedro Afonso  - email
21/05/2007 - 06h 03m

   Tinha que aparecer um discurso racista travestido de "defesa do negro" para tumultuar o debate. Que penúria é essa que os negros e índios vivem ? Ronaldinhos, pelés e quetais, os índios da amazônia, donos de imensas reservas minerais que deveriam ser do povo brasileiro, vivem na penúria ? P.ex, estes latifundiários indígenas tem avião e repartem com ONGs estrangeiras a nossa riqueza sem pagar imposto. Leiam, se instruam e verão que existem pobre e ricos independentes da raça. Fora espertalhões !

 
Willy Siqueira de Miranda
20/05/2007 - 23h 36m

   Se a marinha sair de lá, vão poluir igual algumas pessoas poluem as praias do Rio de Janeiro, é isso q vai acontecer.

 
Opra
20/05/2007 - 20h 27m

   Vai virar o Complexo do Quilombão!
   Vão acabar com o que a Marinha conseguiu preservar por anos... Vão desmatar, poluir e vender tudo... Só no Brasil, isso é uma área de proteção ambiental, uma reserva.Santa ignorância!

 
Alex Lago Santos  - email
20/05/2007 - 19h 39m

   O problema não é a especulação imobiliária e sim as conseqüências, pois como acontece aqui no RJ, é feita a rede de esgotos, mas a estação de tratamento não fazem e no caso da Restinga os degetos vão para a Costa que ficará poluída. Além disso, existem duas possibilidades: ou a Ilha será um condomínio de luxo ou um favelão comandado por uma das facções criminosas já existentes ou uma novata, a dos Quilombolas!!!

 
zepelint  - email
20/05/2007 - 19h 27m

   Assistimos a gênese de uma nova favela.É assim que a coisa começa.Depois a história é bem conhecida:Virá a especulação num primeiro momento e depois grupos dominarão a área, etc, etc e tal...As ONG ambientalistas que ainda merecem respeito, o Ministério Público e O governo Federal devem deixar de lado idiosincrasias, sectarismos e inconsequências para resolver o problema da melhor maneira possivel.Eventual saída da Marinha seria o primeiro passo para o caos.Depois outros governadores vão clamar!

 
Sergei Vieira Silva  - email
20/05/2007 - 19h 15m

   Não existe isso de ancestrais coisa nenhuma.Isso é mais uma mentira deslavada promovidas por esquerdistas e ONG interessadas em recursos.Quilombola=mentira!

 
luis antonio dutra de oliveira  - email
20/05/2007 - 19h 11m

   Acho justo que os decendentes de quilombolas tenham direito as terras de seus ancestrais, entretanto acho temerária a saida da Marinha da ilha, inclusive acho que a fiscalização deveria ficar a cargo da Marinha, pois senão em breve, acontecerá tudo o que temos visto nos ultimos anos no RJ: especulação imobiliária, favelização etc., basta comparar áreas ambientais sob administração dos orgãos governamentais e das áreas sobre administração militar, quais permanecem preservadas?

 
Fernando Olinto Henriques Fernandes
20/05/2007 - 18h 14m

   ONde esta o MP Estadual que deve defender o Estado do Rio de Janeiro? Alô MP do Rio! É hora de entrar na questão com seriedade. Alô, Marfam!

 
olavo pacheco  - email
20/05/2007 - 18h 10m

   Sejam quilombolas ou não, nenhum cidadão pode derespeitar as leis ambientais, que fiquem os moradores atuais até sua morte, sem poder alienar, desde que mantenham as construções nos mesmos lugares em que estão, que a mata seja mantida igual a atual, os que estão no continente permaneçam lá, a Marinha continue tratando de sua administração, e que se torne por lei area de segurança nacional

 
helio gomes da silva  - email
20/05/2007 - 16h 09m

   vocês ignorantes do asunto já viram a favelização que acontece na ilha de Paquetá? imaginem se a Marinha der de "brinde" mais uma área nobre de proteção para esses "pobres" de espírito que se acham acima da lei e da preservação para fazerem o que bem entenderem das suas "posses" ilegítimas. Claro que vão passar para algum magnata do mercado imobiliário e ocupar outra área pública para tentar ganharmais algum em outra demanda política e sem vergonha. Todos pagamos por onde moramos, e caro...

 
Bruno Sardinha  - email
20/05/2007 - 15h 45m

   Deixa com a Marinha.
   A ascendencia dessas pessoas com tais quilombos é altamente questionavel, assim como suas reais intenções.

 
josé carlos dias  - email
20/05/2007 - 15h 22m

   querem a titulação para venderem para os grandes investidores do setor imobiliário, só não vê quem não quer. ou vai virar uma grande favela.

 
ROBERTO CLÁUDIO VIEIRA CARDOSO  - email
20/05/2007 - 14h 51m

   Acho que a Marinha tem de ficar por lá. Imagina esta preciosidade sendo ocupada, irão destruir este patrimonio natural do Rio de Janeiro.

 
hercules Jose Arruda  - email
20/05/2007 - 14h 50m

   Certamente, se as forças armadas saírem da Restinga, ela será destruída pela população que irá invadir a região. Onde tem ser humano, sem qualificação, educação e conscientização, o local vira um pardieiro, de gangues, bêbados, drogados e traficantes.
Quem está por trás desta reivindicação, certamente tem algo a lucrar com a retirada das forças armadas.

 
antonio ricardo da cruz marques  - email
20/05/2007 - 14h 39m

   Conheço o local e realmente lá moram várias famílias, entretanto pelo que estou lendo a algum tempo o local vai acabar virando mais uma favela miserável ou um lugar para milionários. A questão é que atualmente nem transporte as pessoas que lá moram tem, e se utilizam das lanchas da Marinha nos horários de transporte do pessoal lá sediado que é o pessoal que cuida do local a mais de 100 anos. Caso a Marinha perca nesta demanda, devemos dar adeus a marambaia que vai virar um lodo.

 
JUNGLE DUARTE  - email
20/05/2007 - 14h 14m

   Acabei de pesquisar na internete, e deduzi de forma superficial que ambos os lados tem direitos e deveres, a marinha resguardou durante sua ocupação essa linda natureza, mas a população também tem seus direitos, onde pode haver essa comunhão? pq é tão dificil preservar historia e natureza e abrir isso á visitação saudavel e responsavel como existe em tantos lugares no mundo
Por favor só não mais uma favela nem empreendimentos imobiliarios para milionarios

 
Francisco Eduardo de Camargo e Almeida  - email
20/05/2007 - 14h 01m

   Enquanto o ser humano não souber cuidar da Natureza, é melhor que fique proibido de ter contacto com ela, para que todos nós possamos ainda ter alguma fonte de oxigenação. A preservação ambiental é para justamente não haver aqueles passeios pela mata e praia, onde se deixa garrafas, latas, sacos plasticos, etc. Se soubessemos cuidar da Natureza, o Mundo não estaria pedindo SOCORRO como está neste momento de aquecimento Global. Se não cuidarmos bem da Terra, morreremos junto com ELA! ACORDA BR!

 
MAILSON DA SILVA  - email
20/05/2007 - 13h 55m

   Que lugar lindo! Jamais deveria sair do controle da Marinha. Com certeza haverá especulação imobiliária. Isso deve ser o prefeito de Angra dos Reis, crescendo o olho para exploração do turismo.
Daqui à pouco, uma casinha aqui, outra alí, uma mansão aqui, outra ali, e a ilha vai estar completamente tomada.
MARINHA...NÃO ABRA A MÃO!

 
buco  - email
20/05/2007 - 13h 39m

   Deixem o util unido ao agradavel. Independente de quem tem direito sobre a ilha,o importante é saber que essa tem se mantido longe da depredaçao humana. Certamente fato so conseguido graças a Marinha e aos moradores.As autoridades devem é criar condiçoes para que esses continuem na Ilha. Uma coisa é certa, com a ausencia da Marinha tudo ficera complicado.Todos os direitos aos nativos, a Marinha e aqueles que querem conhecer e usufluir das belezas da nossa Ilha e da nossa Marinha.

 
bernardo tomasi  - email
20/05/2007 - 13h 17m

   mais uma favela crescendo no rio de janeiro

 
Carlos Pereira  - email
20/05/2007 - 13h 06m

   Só no Brasil que direito inalienavel pode prejudicar todo o resto, destruir o pouco que resta da Mata Atlantica e estimular a favelização da área. Acho que os prejuizos futuros da medida devem ser cobrados dos orgãos da Justiça com redução de seus orçamentos e vencimentos como forma de cobrir os futuros gastos com a recuperação da ilha; Que tal?

 
Aureo da silva  - email
20/05/2007 - 12h 44m

   É um absurdo que Ministério Público tome uma decisão tão "ingenua".

 
alexandre machado nicolau  - email
20/05/2007 - 12h 33m

   JÁ ERA MAIS UM PARAÍSO ECOLÓGICO.........

 
Gustavo Guilherme Torrano Leig  - email
20/05/2007 - 12h 32m

   Aposto que se a marinha sair de lá, em cinco anos já começaremos a ver a destruição do que ficou intacto e bem guardado por tanto tempo. O tempo dirá.

 
josé carlos dias  - email
20/05/2007 - 11h 41m

   isso é um uma coisa despresivel, estragar uma área preservada e bem cuidada para satisfazer fins intereceiros. o que adianta falarem tanto em proteger a natureza. isso só pode ser especulação imobiliaria, tem alguem por traz disso afim de ganhar uma grana. nossa marinha não pode deixar.

 
Marco Reis  - email
20/05/2007 - 11h 38m

   O pior de tudo é a atuação do Ministério Público. Inerte, quando se precisa dele, e diligente, quando interesses escusos se mostram evidentes. É claro que haverá especulação imobiliária e, em pouco tempo, a região estará degradada. Fica a pergunta. Para que (ou a quem) serve o MP?

 
Nelson Gonçalves Montanha  - email
20/05/2007 - 11h 32m

   Exército, Marinha e Aeronáutica, não deixem virar favela e/ou especulação imobiliária. Há alternativas.
   As forças de segurança tem como missão defender o território, as instituições democráticas e o patrimônio nacional.

 
Godofredo Dias
20/05/2007 - 10h 52m

   vai ser o fim da restinga de marambaia. Se a marinha sair, ou vira condomínio atrás de condomínio, ou vira

 
Pedro Afonso  - email
20/05/2007 - 10h 00m

   Qual o quilombo que existia na Restinga ? Pura palhaçada e fanfarronice destes órgãos incompetentes de plantão. Podem ter a certeza de que imobiliárias estão por trás deste falso governo socialista querendo lucrar com uma nova Barra da Tijuca. Foram feitas milhares de desapropiações em diversas áreas no interior do Brasil que estão hoje desocupadas por falta de gente capacitada para trabalhar. Manda este pessoal para lá e deixa a Restinga como está, preservada até hoje pela Marinha do Brasil.

 
Sergei Vieira Silva  - email
20/05/2007 - 09h 38m

   Fico feliz que a maioria dos comentaristas já está consciente de que se a marinha deixar o local mais uma favela vai surgir.Para os políticos é ótimo pois toda e qualquer favela além de ser valhacouto de bandidos e marginais, também é curral eleitoral para políticos demagogos e populistas.

 
Paulo Cesar Alves Fernandes  - email
20/05/2007 - 09h 14m

   Usando esse mesmo critério maluco os remanescentes das tribos indígenas podem reivindicar a posse inteira do país.
   Quando ficarem de posse dessas terras irão, é claro, vende-las para o empreendimento imobiliário e a sociedade perderá com isso trocando uma reserva magnífica por uma pocilga de concreto.

 
Rafael Barbosa  - email
20/05/2007 - 09h 10m

   Quilombola, índio, caboclo,... deve receber educação, saúde e trabalho para que possa subsistir de verdade. Enfiá-los no mato é muito bonitinho do ponto de vista cultural mas o que ocorre por todo o país é a ação de madeireiras, grileiros e garimpeiros nessas áreas restritas, muitas vezes com a participação dos próprios elementos da comunidade. As pessoas deve, se conscientizar que certas coisas não funcionam no Brasil.

 
Paulo Cesar Alves Fernandes  - email
20/05/2007 - 08h 33m

   Vão acabar com essa beleza. Em posse da Marinha, há um século, tem sido plenanamente preservada.
   Se a Marinha sair vai virar favela e também pode ser vendida para especulação imobiliária.
   Deveriam transformar essa área em Parque Ecológico da Marambaia.
   Basicamente, foi isso que foi feito com relação às favelas no Rio. Entraram, se apropriaram e levaram. Agora o governo quer dar "certidão de propriedade legal". E os incomodados, que tiveram seus imóveis desvalorizados, que mudem.

 
Paulo Henrique Kutwak  - email
20/05/2007 - 00h 14m

   Gente, temos de ficar de olho! É claro que é alguma empresa grande ou grileiros que querem a área. É muita terra e com riquissíma fauna e flora. A marinha não pode sair dali, senão vai virar uma bagunça só como em Fernando de Noronha.Também tem o outro lado, que ali foi área de quilombo. Quem está dizendo a verdade? Neste país tem sempre um espertinho tentando tirar uma lasquina para se dar bem. É claro que as grandes construtoras e imobiliárias querem, tem mamata!

 
Guilherme Cantisano  - email
19/05/2007 - 23h 51m

   Vamos começar a quebrar o sigilo bancário dos interessados, deve estar rolando muita grana por tras... depois vão pegar a população local, comprar todo o terreno e criar um resort.

 
PAULO JOÃO CURY  - email
19/05/2007 - 22h 41m

   TOMBA E EXPULSA TODO MUNDO , NESTA DE DEFENDER DIREITO ADQUIRIDO JÁ DESTRUIRAM FERNADO DE NORONHA, QUE VIROU UMA FAVELA COM ESGOTO A CÉU ABERTO SOB APLAUSOS DO IBAMA , TEM QUE TIRAR TODO MUNDO , BRANCO, VERDE, AMARELO , PRETO , NÃO É QUESTÃO DE COR É DE PRESERVAÇÃO.
   LÁ NÃO TEM NADA , QUE ESTÁ LÁ PODE MUITO BEM MORAR NO CONTINENTE .

 
Carlos Alberto Silva Teixeira  - email
19/05/2007 - 21h 26m

   Morei e estudei na antiga Escola Técnca Darcy Vargas,na Ilha da Marambaia, nos idos dos anos 60, todavia a população que se diz existente com esse percentual, não correspondente à realidade, posto que existe sim é uma especulação imobiliária em uma área ainda, felizmente, preservada em todos os seus segmentos (fauna, flora, etc).
   É uma pena que pessoas que nada têm que ver com essa Ilha se aproveitem dos moradores já existentes para tentar ter seu espaço de forma incoveniente.

 
Luciano Ozorio Rosa  - email
19/05/2007 - 18h 02m

   A solução ideal seria indenizar generosamente as 106 famílias para que deixem a ilha: se a Marinha for embora, quem garante que os quilombolas darão a ela uso "de acordo com suas tradições"? Na época da TV satelital e do celular não há tradição que se mantenha. Em seis meses teremos ali um novo "Complexo do Alemão".