DESCRIÇÃO
Num escudo boleado em campo de ouro, duas alabardas, de vermelho, passadas em aspa,
tendo superposta uma granada, de preto e chamejante de vermelho.
No cantão da sinestra do chefe, uma âncora, de
vermelho, disposta em contrabanda.
EXPLICAÇÃO
No campo de ouro, metal evocativo de força e
poder, o conjunto heráldico é aquele constante
do primeiro escudo do Regimento Naval, predecessor do Corpo
de Fuzileiros Navais, A granada chamejante reporta-se à
Brigada Real da Marinha, que, criada em 1797 por Alvará
de D. Maria I, Rainha de Portugal, era responsável pela
artilharia e defesa dos navios que conduziram a Família Real Portuguesa e sua corte para o Brasil, e que posteriormente
passou a ser considerada como a célula mater do CFN.
Os navios são recordados pela âncora de vermelho,
cujo esmalte, evocativo de coragem e bravura, alude aos predicados
daquele Corpo, também rememorado pelas duas alabardas.